Nas relações amorosas, o gesto, o toque, a voz, o corpo, o beijo e o cheiro da pessoa amada são percebidos em sua especificidade e totalidade erótica. Nestes momentos, cegos e não-cegos transitam por horizontes singulares e, ao mesmo tempo, semelhantes. Diante dessa realidade, são inúmeras as barreiras a serem ultrapassadas pela pessoa cega, desde a mais tenra idade. O referencial de cognição da pessoa cega centraliza-se, particularmente, na percepção auditiva, tátil, olfativa, fato que não recebeu, ainda, a devida atenção das políticas educacionais, dos meios de comunicação e da sociedade como um todo. Título: Sexualidade de Cegos
Autora: Maria Alves de Toledo Bruns
Assunto: Sexualidade
Editora: Átomo
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